Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 13/10/2018
Cada vez mais discutido em todos os meios midiáticos, as Fake News, cuja tradução é notícias falsas, vêm dividindo a credibilidade do cidadão brasileiro. Trata-se de um cenário que necessita de mecanismos para suavizar essa desconfiança. Com isso, órgãos governamentais juntamente com instituições privadas serão responsáveis a fim de abrandar essa situação.
Em primeira análise, a disseminação de notícias falsas pode ser transmitida por qualquer plataforma de informação, mas, ocorre na maior parte em redes sociais, principalmente pelo WhatsApp. De acordo com o Instituto Brasileiro Geografia Estatística (IBGE), cerca de 120 milhões de brasileiros possuem essa rede social, tendo em vista que 60% usam para fins políticos, entretanto, as operadoras de telefonia, por motivos contratuais, limitam o acesso dos clientes aos links que são supostamente a fonte da notícia.
Outro fator que comprova essa situação, as pessoas que compartilham esse tipo de informação, podendo haver em seu conteúdo, difamação, injúria e até mesmo calúnia, na maioria das vezes não são punidos. Segundo a Bloomberg News, plataforma digital americana de grande alcance, 87 milhões de usuários do Facebook foram invadidos para publicar apoio ao Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos. Porém, ainda não se sabe quem foi o responsável.
Aumentam, dessa forma, a descrença da sociedade em informações compartilhadas, a fim de retomar a confiança do indivíduo, a secretaria estadual em parceria com as operadoras de telefonia deverão criar mecanismos, como criação de um número específico para denunciar supostas Fake News e um acesso sem restrições aos links contendo fontes , por meio de uma solicitação ao Ministério Público e um acordo acessível e flexibilizado do cliente com a operadora.