Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 17/10/2018
A disseminação de notícias falsas é uma questão deletéria no cenário mundial. Nesse contexto, não há dúvidas de que essa problemática envolve não só a tentativa de manipulação para determinado fim como, também, a intenção de denegrir e prejudicar algo ou alguém. Portanto, esses obstáculos devem ser superados para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeiro lugar, os fatores que levam à propagação de notícias com conteúdo distorcido ou calunioso, estejam entre as principais causas desse viés social. De acordo com as leis newtonianas, para toda ação há uma reação. Diante de tal contexto, a prática de espalhar mentiras se dá, principalmente, com o propósito de alienar o telespectador a fim de obter vantagens para si próprio ou ideologia na qual defende. Assim, tal postura irresponsável, gera inúmeras consequências na vida profissional, pessoal e, até mesmo, psicológicas da vítima.
Faz-se relevante ainda salientar os interesses pessoais, com a propagação de ódio e discriminação como impulsionador do problema. De acordo com o estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusets, as notícias falsas se espalham 70% mais rápida que a verdadeira. No entanto, encontra-se distante da efetivação deste revés, haja vista que, não há nenhuma fiscalização das redes que possam, pelo menos, minimizar os efeitos da disseminação de informações incoerentes.
Sendo assim, é indispensável ações capazes de solucionar este problema. Posto isso, cabe a família aliada a escola fiscalizar e promover diálogos com a criança para que ela não prejudique alguém inventando ou compartilhando mentiras. Assim, o Governo deve, também, criar um órgão que restrinja notícias a fim de não deixar que se espalhem e causem prejuízos a órgãos ou alguém.