Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 22/10/2018

É indubitavél que com o advento da revolução tecnico-ciêntifica-informacional, as noticias passaram a se propagar de forma quase instântanea, diferentemente da antiguidade em que poderiam passar até meses para se espalharem. No entanto, essa facilitação também gerou imbróglios, como a propagação de notícias falsas, as chamadas fake news, esse problema existe devido a falta de fiscalização e lacunas educacionais.

É pertinente elencar, primeiramente, que o principal impace para a retirada de fake news das redes de informação é a falta de um orgão fiscalizador. Sem dúvidas, apesar de existir um projeto de lei que tipifica a divulgação de notícias falsas como crime, esse não é suficiente para mitigar esse problema, visto que após ser compartilhada pode ser difícil encontrar a fonte. Dessarte, é mister a existência de uma fiscalização regular dessas através de um orgão que investigue sua veracidade e de um canal de denúncia em que a população contribua para  a investigação.

Outrossim, a falta de uma educação direcionada a indentificar tais informações inverídicas facilita a propagação dessas. De fato, a questão das fake news é um tema que vêm sendo tratado com mais intensidade nos últimos anos, principalmete, por causa do uso dessas em jogos políticos, inclusive no Brasil. Porém, o que pouco é abordado é como identificar esse tipo de notícias, que em sua maioria são bem convincentes, contudo, podem conter lacunas, como tom alarmante e falta de fonte.

São necessarias, portanto, ações que visem mitigar a propagação de fake news. Logo, o Poder Legislativo deve criar, votar e aprovar a fundação de um orgão especializado na investigação de noticías contrapoducentes, incorporado por especialistas nas redes e veículos de comunicação, para que através de um canal de denúncias, como um site, a própria população contribua para minimizar a circulação dessas. Além disso, é de suma importância que a mídia, televisão e rádio, divulguem informes regulares em horários nobres sobre como indentificar essas, feitos por profissionais do meio informacional, com o objetivo das pessoas não compartiilha-las.