Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 31/10/2018

A Constituição Federal do Brasil promulgada em 1988, prêve o direito à educação, à segurança, ao bem-estar social e à informação. Entretanto, contemporaneamente esse privilégio está sendo corrompido, tendo como resultado a dizimação de fake news. Nesse sentido, convém analisarmos os principais desafios e possível medida para atenuar o fenômeno.

Inicialmente, destaca-se o retrocesso no desemvolvimento de campanhas na esfera da saúde, ocasionado pela divulgação de notícias falsas e negativas. Conforme o portal de notícias G1, houve uma queda de 30% de crianças vacinadas no último ano, devido a exarcebada quantidade de informações falsas colocando a vacinação como um perigo para sociedade. É inadmíssivel em uma nação onde se paga altas taxas de tributos e impostos que o cidadão tenha os seus direitos afetados pela fake news.

Outrossim, é válido salutar como as pessoas estão cada vez mais preocupadas em manter-se ativas nas redes de comunicação, compartilhando documentos sem ao menos verifivar a veracidade do assunto. De acordo com zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a caracteristica da modernidade líquida vivida no século XXI. Diante de tal contexto, infelizmente, infere-se que a ampla propagação de notícias falsas nas redes sociais é consequência da sociedade egocêntrica, na qual não se importa com o próximo.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Desse modo, urge que o Ministério da Cultura deve informar a população sobre os perigos da fake news, como identificá-las e denunciá-las, por meio de palestras na mídia televisiva e digitalizada, com as principais características das notícias falsas e disponibilização de um número para denúncias. Espera-se, com isso, uma sociedade mais crítica e atenta a veracidade das informações que visualizam.