Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 30/10/2018

Por de trás de uma “deep web”

A expressão “fake news” parece bem moderna e atualizada, mas a mesma vem sendo usada e praticada desde o final do século XIX. O termo, embora tenha origem norte-americana, tornou-se popular em todo o mundo. Em português significa “notícias falsas” e é usada para apontar informações com traços de inverdades.

Há tempos, mentiras foram espalhadas e contadas por muitos, porém, com a dificuldade poucas eram descobertas e desmascaradas. Atualmente com o aprimoramento das redes sociais, as notícias falsas se propagam rapidamente, logo, são notadas. O uso frequente da mesma na sociedade contemporânea se intensificou durante as eleições de 2016 nos Estados Unidos da América, em que muitas empresas especializadas nessa área encontraram alguns conteúdos duvidosos sobre o candidato Donald Trump.

As causas para se criar “fake news” são diversas. Alguns constroem manchetes polêmicas com intuito de aumentar a publicidade digital, outros, para reforçarem um ponto de vista ou disseminar ódio, como na maioria das vezes, boatos sobre celebridades, candidatos ao governo e empresas.

Diante ao exposto, fica evidente que as notícias falsas são uma forma ligeiramente capaz de propagar o ódio e influenciar milhares de pessoas em seus pensamentos. Ainda que os percursores desse tipo de informação tenham tecnologia de ponta e utilizam de uma zona da internet chamada “deep web”, o que dificulta a localização deles, precisam ser encontrados e punidos e para que isso ocorra é necessário que haja mais investimentos em tecnologia da computação com a finalidade de capacitar  pessoas, assim, estarão em mesmo nível intelectual dos percursores das “fake news”, descobrindo quem são e diminuindo o crescimento da mesma.