Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 02/11/2018
Os benefícios e as conquistas que o acesso à internet fornecem para a atual sociedade são inquestionáveis. Como por exemplo, os fenômenos que deram origem à Primavera Árabe, em países da Ásia e da África, os quais obtiveram parte de seu sucesso graças a divulgação de informações que mídias sociais, como o Facebook, proporcionaram àquelas pessoas. Nesse âmbito, considerando a facilidade que pessoas têm em publicar notícias e informações na rede, podendo influenciar massas, é indispensável que o Poder Público e a sociedade se atentem aos malefícios que as divulgações de Fake News podem gerar para um país.
Diante dos fatos, é inegável o papel da sociedade no que diz respeito a busca pela veracidade das informações que acessam diariamente. No entanto, pessoas tendem a procurar informações acerca daquilo que já acreditam, como consequência, em épocas de eleições presidenciais, por exemplo, a disseminações de inverdades sobre candidatos pode influenciar o cenário de um país por muito tempo. Dessa forma, é preciso conscientizar o cidadão acerca da importância de alertar a todos sobre o perigo que tal ação pode apresentar e evitar sua disseminação, sempre buscando fontes daquilo que recebem.
De acordo com Agência Brasil, órgãos do governo brasileiro vão criar grupos para combater as notícias falsas, ressaltando a importância da ação das autoridades para evitar a ação negativa que essas mentiras oferecem à sociedade. Além do papel do Estado, é essencial que veículos de informações, sejam eles revistas, canais de televisão ou até mesmo jornais, lutem pela sua credibilidade jornalística e pelo seu espaço na atual era da informação, contribuindo para banir esses veículos que agem de maneira maldosa e que muitas vezes se quer possuem uma ideologia, apenas querem causar a discórdia.
Mediante aos argumentos supracitados, a fim de evitar que a circulação de Fake News prejudiquem a capacidade de julgar e de entendimento do cidadão diante de qualquer assunto ou cenário exposto, é preciso que o Estado atue em conjunto com, por exemplo no Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e crie um aplicativo que seja monitorado e supervisionado por autoridades e estudantes da área de comunicação, o qual irá possibilitar que pessoas ao receberem determinada notícia ou informação, enviem a esse dispositivo e possam ter um retorno acerca da veracidade do que foi publicado. Sendo assim, será possível o engajamento de jovens estudantes à respeito do assunto e a polícia poderá tomar decisões com base na lei a respeito das pessoas que cometem essas falhas.
O papel das autorizadades