Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 31/10/2018

Segundo o ativista político e ex-presidente sul africano Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa de mudar o mundo. No entanto, por conta do alto índice de pessoas que são influenciadas com notícias falsas em redes sociais por influenciadores digitais, as “fake News” apresentam-se como um grande mal a ser enfrentado pela sociedade brasileira. Sendo assim, convém analisar as principais causas, consequências e possível medida para reduzir essa problemática.

De acordo com o portal de notícias G1, recentemente o “youtuber” Diego Rox, que possui um canal com mais de 300 mil inscritos no “Youtube”, foi processado judicialmente pelo então candidato à presidência Guilherme Boulos, após ser chamado de terrorista em um vídeo. Essa prática não só denigre a imagem do indivíduo, mas também influencia que outras pessoas acreditem e divulguem essas informações falsas.

Além disso, em contramão do ensinamento de Mandela, mais de 11 milhões de indivíduos encontram-se na condição de analfabetos no Brasil, segundo o canal televisivo Globo News. Com isso, muitos vezes de devido à baixa escolaridade de grande parcela da população, são facilmente enganadas por alguns influenciadores digitais na internet, que divulgam notícias inverídicas.

Dessa forma, a fim de seguir o ideal do presidente sul africano e reduzir o número de mentiras na internet, o governo federal, por meio do Ministério da Educação, deve orientar a população sobre como evitar “fake news”, com campanhas educacionais nos veículos de comunicação, como os canais abertos da televisão, acerca da importância da população checar as notícias recebidas, em sites confiáveis, antes de compartilhá-las. Essa atitude, além de tornar a população mais consciente e bem informadas, também possibilitaria uma diminuição de notícias falsas circuladas nas redes sociais.