Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 31/10/2018

Nos dias hodiernos, a conjuntura da sociedade pode induzir qualquer indivíduo suficientemente bem instruído a interrogar-se sobre o fenômeno das “Fake News” (em inglês, “notícias falsas”), uma vez que esse é um tema amplamente discutido pelos intelectuais mas que ainda carece de uma solução. De um interrogatório como esse, duas ideias poderiam surgir: a influênicia histórica das notícias falsas no Brasil e a ineficiência do sistema educacional.

Diante desse contexto, é imprescindível citar o Plano Cohen, que consistiu em uma carta inventada pelo governo Vargas que anunciava uma revolução comunista no Brasil. Essa notícia falsa foi utilizada pelo presidente para se manter no poder quando deveria haver uma nova eleição. Dessarte, percebe-se que as “Fake News” representam uma grande ameaça pois já interferiram fortemente na história brasileira, compromentendo a democracia do país.

Ademias, deve-se destacar que o sistema educacional brasileiro, desde que foi integralmente instituído na primeira metade do século XX, é ineficiênte no que diz respeito a formar indivíduos conscientes da necessidade de criticar as informações que recebem. Tal ineficiência, fruto de um sufrágio inconsciente e de medidas públicas que visam ao resultado de curto prazo, contribui fortemente para o aumento do perigo e da propagação de notícias falsas.

Portanto, com o intuito de solucionar a questão supracitada, evidencia-se a necessidade de uma melhoria no sistema educacional. É preciso que o Governo Federal, através, do Ministério da Educação, financie campanhas de conscientização nas escolas. Tais campanhas contarão com ampla divulgação midiática e incluirão o ensino do perigo das “Fake News” e da importância de ser crítico com as informações que se recebe. Isso pode ser feito por meio de palestras, debates e dinâmicas que terão o intuito de induzir os alunos à conduta prudente. Assim, certamente, a problemática das notícias falsas será superada.