Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 01/11/2018
O ano de 2011, no Brasil, foi marcado pela popularização das redes sociais, as principais sendo o Facebook e o Whatsapp, mas, uma das expressões mais utilizadas nas redes só desembarcou no país em meados de 2016, a Fake News ou notícia falsa. Inesperadamente, para muitos, esse termo ficou conhecido após usado nas grandes mídias. O problema, porém, é que os maiores propagadores destas notícias não são tão recentes assim. Tal fato, dá à questão um peso histórico, e diminui a complexidade para ser solucionada.
Definitivamente, os primeiros divulgadores de notícias falsas não são recentes, mas maus historiadores (em sua maioria, ideólogos) e a grande mídia. Mais notícias falsas espalhou a rede Globo, que qualquer internauta. Falsas, pois, é inverídica toda a informação manipulada, para este ou aquele lado.
Contudo, houve uma explosão de notícias falsas recentemente. Mas qual a motivação por trás disso? Provavelmente a falta de confiança que, as pessoas comuns, tem em relação a grande mídia, que sempre tem uma relação de serventia para com líderes totalitários — não só aqui, no Brasil de hoje, mas desde que o ídolo dos comunicadores surgiu na Alemanha nazista: Goebbels. Felizmente acabar com esse controle, originariamente nazista, é mais simples do que aparenta.
Com o propósito de validar as notícias, as próprias grandes mídias, criaram o “fact-checking”, deduzindo que os indivíduos são incapazes de checar um fato, porém, com a realização de duas perguntas: Questionar-se, se o que foi noticiado pode realmente ter acontecido; se a resposta for afirmativa, interpele-se, quem passou a informação: quem lhe transmitiu isso? Com estas duas perguntas as pessoas se libertaram de vez da grande mídia.
Por certo, quando o objeto da notícia está fora do próprio campo de conhecimento, é natural que se recorra a opinião de terceiros, desde que conheçam do assunto. Sobre economia, pergunte a um economista, e não a quem é alheio ao tema.