Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 01/11/2018
A influência do Fake News
Na Segunda Guerra Mundial, Hitler já usava fake news para valorizar a sua imagem nos discursos políticos, com o objetivo de manipular a população. Na nossa realidade não é diferente, porém as redes sociais são um dos principais veículos de informação e nem tudo que circula por ali é verdadeiro, muitas vezes isso prejudica a cobertura profissional da imprensa.
No século XXI ou uso das notícias falsas se tornou amplo, assim como o uso do termo. As mídias sociais transmitem informação e são usadas como formadoras de opinião e até mesmo como ferramenta de trabalho de jornalistas, mas não devemos acreditar em tudo o que lemos e ouvimos pela internet, segundo dados da USP “cerca de 12 milhões de pessoas divulgam fake news”, ou seja, é um número alarmante na nossa sociedade. O Facebook recentemente lançou uma campanha de conscientização sobre o compartilhamento de informações falsas na plataforma e implementou mudanças em seus algoritmos para reduzir o alcance de manchetes caça-cliques, priorizando conteúdo produzido por usuários no lugar de conteúdo patrocinado. A difusão de notícias falsas no WhatsApp se torna a situação ainda mais complexa. O aplicativo é o segundo mais popular na América Latina, com mais de 100 milhões de usuários apenas no Brasil e a facilidade que as informações viajam entre as pessoas que usam, além do uso de criptografia ponta a ponta é praticamente impossível rastrear as fontes de informações falsas.
Cientes, portanto, dos malefícios que as “fake news” podem causar à organização e ao bem-estar social, as emissoras de televisão e rádio devem promover o esclarecimento da população, por meio de constantes debates informativos. Como resultado desse esforço coletivo, teremos uma sociedade mais criteriosa sobre os dados que lê e mais cuidadosa em relação àquilo que compartilham em suas redes sociais.