Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 12/01/2019
Uma falha de apuração pode ser considerada impróprio ,mas aquilo delimitado como enganosa é ilegal.Primeiramente,não é de hoje que mentiras são divulgadas como verdades,e por causa do advento das redes sociais,esse tipo de publicação popularizou-se.Em segundo lugar,a constituição de 88 a proibição da divulgação de conteúdos, entretanto negligenciando a frequência de termos divulgados com facilidade para a persistência a disseminação de ódio na sociedade.
A criminalização desta conduta tem levantado debates sobre a violação da liberdade de expressão do indivíduo,o que infrige referidos princípios do cidadão.Isso porquê,desde algumas décadas esses fatos vem ganhando força pelo ex presidente Getúlio Vargas que criou o Departamento de imprensa e propaganda (DIP),difundindo em rádios e nas escolas desenvolvimnto de projetos e campanhas de bem ao seu respeito por meio de manipulação a população.Com efeito,na atualidade,a cultuta de vulnerabilidade nas redes sociais sobre notícias falsas cresce linearmente,pois o que era boato passou a ser relato para apresentar credibilidade na internet,criando laços de confiança e credibilidade entre os usuários para levar ao compartilhamento.
Além disso,a intolerância conduz a persistência á pulverização de informações falsas sobre percepções equivocadas sobre a realidade.Nesse contexto,são proibidos pela lei da câmara de deputados 6812/17 constitui crime divulgação ou compartilhamento por algum meio,informações falsas.Porém,ouve um aumento da notícias falsas de 56% em 2019 com relação à 2017,afirma o site G1,mostrando que,mesmo com a lei em vigor ,atos de anúncios dissimulados perpetuam uma visão e tradição permanente na sociedade.
As Fake News, portanto, representam um impasse no meio social brasileiro. Para tanto, o Ministério da Justiça deve vigorar melhor a lei, por meio da implantação de multas ou até mesmo prisão, dependendo da gravidade do caso, tanto para as empresas, quanto para os internautas que cometerem esse crime. Além disso, as ONGs, aliadas à mídia, devem criar uma cartilha para conscientizar a população sobre como acessar com segurança na internet, que se chamaria, por exemplo, “10 dicas de combate às falsas publicações”. Nela, os navegantes seriam guiados a olhar a fonte, as datas e todas as informações importantes da matéria, a fim de comprovar sua veracidade .E, por fim, o Poder Legislativo deve investigar todos os casos de grande ou média percussão das fake news, como o ocorrido em São Paulo, para julgar e punir os agressores que estão atrás das telas. Talvez, dessa maneira, as notícias falsas fiquem apenas no contexto histórico.