Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 30/01/2019

De acordo com o poeta Cazuza, “Eu vejo o futuro repetir o passado”, a Fake News não é um problema atual. Desde a Segunda Guerra Mundial, as notícias falsas eram usadas para enaltecer o governo de Hitler e o antissemitismo, uma vez que essa vicissitude ainda é uma realidade. De mesmo modo, na contemporaneidade, as dificuldades ainda persistem, seja pela abrangência das redes sociais, ou pela falta de análise de informação.

É indubitável que, as redes sociais tem contribuído na facilidade ao acesso à grande quantidade de informações. Segundo o site G1, a chance de uma Fake News ser compartilhada é 70% maior que uma notícia verdadeira, haja vista que o ser humano é atraído por algo novo, visto que essas notícias na maior parte são extremamente atrativas, por consequência  são facilmente compartilhadas fazendo com que se propague com facilidade, devido à quantidade de pessoas com acesso as redes sociais.

Outrossim, desde o surgimento da filosofia, entende-se que é necessário o questionamento antes de aceitar algo como verdade. Mediante a essa informação, é possível afirmar que as notícias sensacionalistas tem ganhado espaço em grande parte dos veículos de comunicação, uma vez que são disseminadas sem antes sofrerem uma análise crítica de quem recebe essas informações, em vista disso o indivíduo será o principal afetado se não verificar antes a credibilidade daquilo que se lê, ouve ou assiste.

Portanto, para se combater as Fake News na era da informação, é necessário a criação de políticas públicas, que promovam, para crianças e adultos, a influência à  análise crítica de mídia, para poderem julgar se são ou não verídicas. Ademais, cabe a instituição escolar garantir, para crianças e adolescentes, por intermédio de levantamentos de assuntos  de vários temas, possibilitando que aos poucos esse indivíduo se interesse analisar de maneira crítica um determinado assunto.