Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 22/02/2019
Com a chegada da internet, no final do século XX, e a sua popularização ocorreram impactos drásticos em nossa sociedade, como facilitação no quesito de adquirir informações. No entanto, juntamente a isso, tivemos alguns problemas, dentre eles, as “Fake News” que se fortaleceram com o avanço da internet e que cada vez mais oferecem perigo aos “desinformados” e aos que faltam senso crítico.
As chamadas Fake News, se disseminaram por todo o Brasil, principalmente nas eleições de 2018, que favoreceram e desfavoreceram candidatos dos 2 extremos, PSL e PT, tais como montagens utilizando o nome do ex-presidente Lula com o número do candidato Bolsonaro, 17, imagens que podem confundir os eleitores e influenciar diretamente os resultados de uma eleição. Casos que ocorrem devido a uma falta de fiscalização e de senso crítico dos usuários de aplicativos como o Whatsapp e Facebook.
Segundo uma pesquisa realizada pelo MIT ( Massachussetts Institute of Technology), foram espalhadas cerca de 126 mil notícias no twitter nos anos de 2006-2017 e as mesmas, foram “tuitádas” e “retuitadas” cerca de 3 milhões de vezes, mostrando que a chance de uma notícia falsa ser repassada é 70% maior do que uma verdadeira. Facilitando ainda mais a obtenção de informações falsas e provocando cada vez mais prejuízos nos desavisados sobre tais informações.
Para impedir a disseminação das Fake News, as redes sociais, como Twitter, Facebook, Whatsapp, devem desenvolver um algoritmo que impeça o compartilhamento das Fake News, a partir de investimentos em pesquisa para o mesmo. Além de investimentos no ensino de base (fundamental e médio), para influências dos docentes de Sociologia e Filosofia, a fim de incentivar o senso crítico da população.