Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 22/03/2019
Ganhando popularidade em 2016, as ‘‘fake news’’ se espalharam pelo mundo inteiro, especialmente no Brasil onde ganhou grande reconhecimento no ano de 2018. Não é novidade que as ‘‘fake news’’ atrapalharam as eleições presidenciáveis do ano de 2018, de fato que o termo foi inicialmente usado (e ganhou notoriedade) nos Estados Unidos Unidos durante as eleições presidenciáveis ocorridas no ano 2016. Mas, as temidas ‘‘fake news’’ não só atrapalharam no período eleitoral, antes mesmo de ganharem fama, as notícias falsas já existiam no mundo inteiro.
Tanto os partidos de direita quanto os de esquerda foram lesados pela onda de notícias falsas, tais notícias foram transmitidas tanto por meios virtuais (especialmente pelo ‘‘Facebook’’ e ‘‘Whatsapp’’) quanto por meio de veículos de informações na televisão aberta (nas propagandas eleitorais, por exemplo).
Relembrando a guerra no Kuwait, é necessário mencionar a falsa história contada por uma mulher iraquiana chamada Nayira para diante o Congresso dos Estados Unidos; a mesma contava que os soldados iraquianos retiravam bebês prematuros de incubadoras de um hospital no Kuwait (onde Nayira era voluntária). A história era falsa, mas ocasionou no consentimento público sobre a expulsão das tropas de Saddam Hussein do país. Nayira na verdade era filha do embaixador do Kuwait nos Estados Unidos.
Tendo em vista a problemática presente no século XXI é necessário cada vez mais combater as ‘‘Fake News’’; uma possível solução para infortúnio fato seria a criação de aplicativos que detectassem se uma notícia é falsa ou não, o ‘‘app’’ estaria disponível em mais de uma língua (e para todos os continentes). Além da opção virtual, seria interessante a criação de cartilhas que mostrassem como identificar uma ‘‘fake news’’ sem usar a internet (tendo em vista de que mais de um terço dos brasileiros não tem acesso a internet), a cartilha seria feita em parceria com a ONU, para que pudesse ‘‘agradar’’ a todos os grupos hereditários, a distribuição da cartilha em questão (no Brasil) seria realizada em parceria com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.