Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 19/05/2019
Em meados de 1937, um documento militar chamado Plano Cohen, escrito por Mourão Filho foi divulgado como prova que o mesmo estava em conspiração comunista no país, alarmando um clima de terror e medo instituindo a Ditadura até 1945. Contudo, este comportamento ainda é presenciado na realidade atual brasileira, tanto pela falta de instrução do indivíduo, tanto pela impunidade. Nesse contexto, convém analis armos as principais consequências de tal postura imprudente na sociedade.
Consoante ao filósofo polonês Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da ‘‘Modernidade Líquida’’. Diante de tal contexto, infere-se que o indivíduo mal instruído, seja social ou familiarmente tende a desorganizar as esferas de mais ênfase em sua vida, neste caso , a social, na qual o mesmo manipula-se pelos dados oferecidos, assimilando a verdade e, muitas vezes causando até problemas psicológicos, como transtornos de ansiedade e depressão.
Segundo a revista LeiaJá, estima-se que as Fake News cresceram 50 % a mais em detrimento as notícias verdadeiras, isso implica a dizer que cada vez mais transgressores estão utilizando o meio virtual para propagação de difamações e calúnias, a fim de causar rebeliões principalmente por seu foco principal serem figuras públicas de grande influência, sendo assim não havendo frequentes punições. Paralelamente este é o objetivo de tais indivíduos, reproduzirem repercussões de modo anônimo buscando a fuga autoral.
Faz-se mister de que o Estado desenvolva políticas de investigação de modo a observar em grande porcentagem o que está em pauta, averiguando e punindo os transgressores disseminadores destas notícias, além de que haja a própria observação por parte do público, obtendo todas as informações necessárias como datas, fontes e o nível de compartilhamento, a fim de que obtenha-se argumentos confiáveis e que não prejudique a integridade de outros nem a de si.