Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 31/05/2019
Os perigos da Fake News na era da informação
O termo “Fake News” é empregado atualmente a alguma notícia falsa com alta capacidade viral, porém, a existência de informações erradas não é de hoje, mas sim desde tempos antigos, como por exemplo, a compreensão incorreta de que o rei espanhol Felipe II (1556-1598) fora sido morto por um tiro. Atualmente, segundo o Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para Acesso à Informação (GPOPAI), cerca de 12 milhões de pessoas compartilham notícias falsas no Brasil. Diante disso pode-se mostrar os perigos que as mensagens falsas podem causar em uma era onde a informação é à base da sociedade.
Quanto ao problema em questão, é imprescindível a mencionar que as Fake News nos trazem obstáculos, como por exemplo, a crença em informações incorretas, pois o leitor não tem como saber se é ou não verdade o conteúdo em suas mãos, nesse contexto cabe mencionar que os resultados de eleições também podem ser alterados devido às notícias falsas, como foi o caso das eleições de 2018, no Brasil.
Outro ponto importante para ser destacado sobre as Fake News é que muitas pessoas estão sendo acusadas de crimes que nunca cometeram, podendo gerar desde desconfortos até suicídios na vítima atingida por notícias irreais. Consecutivamente, a pessoa sofredora de acusações ou, até mesmo, de informações irreais, pode acabar desenvolvendo sérios problemas psicológicos, segundo o psicólogo Aurélio Melo, professor de psicologia do Mackenzie.
Dessa forma medidas devem ser tomadas diante dos fatos mencionados, para que não haja confusões com as mensagens em circulação populacional. Logo, é necessário que sejam divulgados métodos para a verificação da veracidade das notícias da internet e a conscientização de que não é “legal” espalhar mentiras, tudo isso, por meio de palestras em escolas para alunos, pais e funcionários, e também em locais públicos, como por exemplo, uma praça de grande circulação de pessoas. Outras medidas podem ser realizadas pelo o ministério da Ciência e da Tecnologia (MTC), que por sua vez, pode criar programas que ajudem o leitor na identificação de informações irreais.