Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 26/09/2019

Os perigos das Fake News na era da informação

No ano de 2016, as eleições estadunidenses aconteceram. De acordo com pesquisas da universidade de Oxford, 46,5% do conteúdo sobre as eleições, apresentado em redes sociais, era falso. As notícias falsas, Fake News, vêm, cada vez mais, influenciando pessoas a mudarem de opinião sobre um determinado assunto. Além disso, existem casos onde ocorreram homicídios devido às notícias falsas. Por esses motivos, a análise sobre o assunto é válida.

No México, em 2018, um boato se espalhou pela cidade de Acatlán, no estado de Puebla. De acordo com o jornal BBC, uma multidão perseguia dois homens chamando os mesmos de sequestradores de crianças. Logo após, o aglomerado de pessoas espancou e incendiou os supostos sequestradores. Algum tempo depois, foi revelado que isso não passava de um boato e ambos eram inocentes. Casos como esse não são incomuns, outros relatos de homicídios já foram realizados.

As Fake News também são usadas para difamar figuras públicas. No cenário político, é comum se ver notícias falsas sendo espalhadas, com o intuito de derrubar a reputação do alvo das mesmas. De acordo com a universidade MIT, as Fake News se espalham 70% mais rápido que as notícias verdadeiras. Isso faz com que um grande público seja atingido, e, como resultado, muitas pessoas acabem acreditando.

Em conclusão, as notícias falsas estão sendo um problema maior nos países, por isso, as mesmas precisam ser combatidas. Um bom método para o combate de Fake News seria ensinando jovens sobre os boatos, pois os mesmos, após estarem familiarizados com o assunto, poderiam ajudar sua família a identificar as notícias falsas. Para a realização desse método, seria necessária a implantação de educação digital em escolas, o quanto antes possível.