Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 12/06/2020

Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde e ao bem estar social. Conquanto o consumo excessivo de “fake news”, (notícias falsas) se faz presente como um fator que impossibilita que uma parcela da sociedade desfrute desse direito na pratica. Diante dessa perspectiva cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

Precipuamente, é fulcral pontuar que a evolução das notícias “fake” deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Haddes, o estado é responsável por garantir o bem estar da população. Devido à falta de atuação das autoridades, elas espalham-se pelo país, gerando inúmeros conflitos e um descaso na sociedade. Desse modo faz-se mister a reformulação dessa postura estatal

Outro ponto que merece atenção está relacionado as consequências geradas por esse contexto. Como efeito negativo dessa problemática estão os malefícios a saúde. Mediante informações divulgadas pelas mídias gerais, tem se dados que apontam que consumir notícias falsas podem se transformar em um ciclo vicioso, por exemplo, dados do site Uol, mostram que um estudo feito com americano, após o ataque ás Torres Gêmeas de 11 de Setembro de 2001 revelou que apenas assistir as cenas já era suficiente para desencadear medo e tensão em algumas pessoas.     Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para conter essas notícias. Dessarte, com intuito de mitigar a problemática, necessita-se urgentemente que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, com ajuda de mecanismos de internet de ultra inteligência, para monitorar as notícias e reportagens que diariamente vemos na televisão e em sites, tendo como finalidade informar ao leitor antes da leitura que se trata de um noticia maléfica a saúde mental. Desse modo, o Brasil superará os desafios pelo consumo excessivo das noticias falsas.