Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 12/07/2020

Debate-se com frequência acerca dos perigos da Fake News na era da informação, haja vista que a democratização do acesso as redes sociais aumentou a sua divulgação de notícias falsas. As principais consequências dessa atitude são a difamação de pessoas e empresas e a forte influência no comportamento social, e isso se deve principalmente à falta de consciência dos usuários ao compartilhar tais informações. Por isso é imprescindível que o poder público associado com as instituições de ensino tomem medidas para mitigar essa situação.

À medida que a internet se democratizou na sociedade, tornou-se comum compartilhar informações nos meios de comunicação. No entanto, esse comportamento agravou a disseminação de inverdades e calunias, causando muitas vezes a difamação de pessoas e empresas. Esse fato é retratado no filme “A mentira” estrelado por Emma Stone, no qual a personagem principal é alvo de bulling devido ao compartilhamento indiscriminado de boatos por pessoas que não se preocuparam em verificar a veracidade das informações.

Outrossim, é o fato de os meios de comunicação serem uma instituição social com um altíssimo poder de coerção. Dessa maneira, pode influenciar no comportamento das pessoas, e segundo do renomado sociólogo Émile Durkheim pode inclusive gerar uma anomia social, ou seja, um estado de crise na sociedade. Tal como ocorreu com o compartilhamento de inverdades sobre lockdonw em muitos estados brasileiros devido ao covid-19, fazendo as pessoas estocarem comida sem necessidade.

Assim sendo, o governo federal como instância máxima de administração executiva deve intervir com o auxílio do Ministério da educação. Por meio da implementação da educação midiática nas instituições de ensino, de propagandas midiáticas para conscientização em massa e de multas para pessoas que compartilham informações falsas. Com a finalidade de desenvolver o senso crítico da população e incentiva-la a buscar a veracidade das notícias antes de compartilha-las.