Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 23/06/2020
Como foi dito por Bill Gates, fundador da Apple, uma das maiores da empresa de hardware e software do mundo, a tecnologia é o que move o mundo atualmente. Com a invenção dos smartphones e da internet, que consegue transmitir informações em segundos, tornou-se necessário estar sempre confirmando a veracidade das notícias para evitar cair na lábia das “fake news”. Essas notícias falsas, em inglês, são tão perigosas que muitos seguem na luta para assegurar a sua criminalização.
A internet foi criada no final da década de 60, nos Estado Unidos, e o seu objetivo inicial era de interligar os laboratórios de pesquisa científica em um mesmo servidor. Mas com sua capacidade de armazenar e de compartilhar informações com rapidez, não demorou muito para que ela atraísse diversas pessoas com diferentes motivações. Alguns indivíduos mal-intencionados utilizam do anonimato que lhe é fornecido para disseminarem notícias falsas com o objetivo de ganharem cliques, chamarem atenção ou causarem escândalos. Com um aumento significativo de casos e queixas, um projeto de lei em 2017 procurou criminalizar o ato, mas a ação não foi passada à diante.
Portanto, a grande maioria das pessoas, principalmente as que não possuem o costume de checar informações, estão sujeitas a caírem em “fake news”. Um exemplo claro de um ocorrido foi o ano de 2018, onde já perto das eleições presidenciais, o laboratório de cibersegurança da Psafe registrou mais de 4 milhões de notícias falsas publicadas. Isso trouxe diversos prejuízos não só para a população manipulada, mas para a própria imagem dos políticos.
Logo, é muito fácil denegrir ou ferir a sua integridade de alguém por meio de um fato não verídico, além de outras consequências geradas pelo simples compartilhar. O próprio ato de produzir estas informações deveria tornar-se crime por meio de um projeto de lei, se igualando às práticas de crime digital e difamação. Antes mesmo disso acontecer, é sempre importante o usuário continuar checando a veracidade dos conteúdos, antes que ele assuma a responsabilidade por tê-lo compartilhado.