Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 30/07/2020

“Suas ideias não correspondem aos fatos”. Conforme o trecho da música “O tempo não para” do cantor brasileiro Cazuza, evidencia-se a existência de uma sociedade sensacionalista, que utiliza as notícias falsas como forma de adquirir dinheiro. Não distante disso, nota-se, na sociedade contemporânea, o compartilhamento das fake news no meio digital, pondo em risco o bem-estar e a integridade das vítimas. Desse modo, faz-se imperioso o debate sobre os perigos das fake news na era informacional.

A priori, vale destacar a falta de consciência populacional em relação aos perigos em que disseminação notícias falsas pode acarretar. Nesse prisma, pessoas má intencionadas podem se aproveitar desse desleixo para espalhar boatos com o intuito de prejudicar alguém ou vender uma suposta cura para problemas de saúde ou estético. Nessa ótica, segundo o filósofo Imannuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Nesse viés, percebe-se a necessidade da educação digital em prol da conservação à integridade social.

A posteriori, é importante frisar a ausência de fiscalizações e leis para conter a propagação das fake news na internet. Dessa forma, conforme o físico alemão Albert Einstein, “A tecnologia excedeu a humanidade”. Com isso, fica perceptível que uma intervenção do governo é de extrema importância para que haja segurança no meio digital.

Portanto, urge que o Ministério da Educação introduza nos sistemas de ensino públicos e privados, por meio de profissionais capacitados em ministrar palestras, o programa “Educação Digital”, com o fito de alertar jovens e adultos os perigos do meio digital e do ato de compartilhar notícias falsas. Somente assim, as ideias corresponderão aos fatos.