Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 29/08/2020

Durante as eleições presidenciais de 2016, nos Estados Unidos, o termo “fake news” ficou mundialmente conhecido devido aos conteúdos falsos disseminados pelos eleitores de Donald Trump sobre a candidata rival, Hillary Clinton. Esse termo tem o objetivo de favorecer um ponto de vista, divulgando notícias falsas, que podem causar impactos negativos na sociedade, como o incentivo a práticas de agressões e ameaças às questões de saúde pública. Neste sentido, faz-se necessário propostas que mudem esse cenário.

De acordo com o site “Stoodi”, em 2018 no México, dois cidadãos foram mortos devido a uma população enfurecida por rumores de WhatsApp que falavam que os dois eram sequestradores de crianças. De maneira análoga, ocorrem diversas situações em que as notícias espalhadas causam fúria e agressividade entre as pessoas, levando a casos extremos, como a morte.

Outrossim, os conteúdos falsos disseminados mais recorrentes são sobre a área da saúde. As promessas de procedimentos e remédios milagrosos que buscam a perfeição estética, juntamente com o pouco conhecimento do público não especializado acerca dos assuntos da medicina conquistam aqueles que buscam ajuda médica e causam situações de extremo risco a saúde aos que se submetem aos tratamentos.

Portanto, são necessárias medidas que combatam as “fake news”. Logo, é dever coletivo de toda população, buscar a veracidade das informações recebidas por meio de uma análise completa acerca da fonte e do autor da notícia, comparando o conteúdo com outros materiais mais seguros.. Além disso, o Ministério da Saúde deve disponibilizar informativos educativos sobre a área da saúde em todo tipo de plataforma de comunicação. Seguindo essas diretrizes, garantiremos a segurança de toda a população.