Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 19/09/2020
É fato que na era da informação, em que as redes sociais são um dos principais veículos de pesquisa, nem tudo ali contido é verdadeiro. Isso acarreta o problema da disseminação em massa de notícias falsas que, muitas vezes, prejudicam a cobertura profissional da imprensa.
No século XXI, o uso e impacto das notícias falsas se tornou amplo, assim como o uso do termo “fakenews”. As mídias sociais transmitem informação e são usadas como formadoras de opinião e até mesmo como ferramenta de trabalho de jornalistas. Porém, não é incomum receber notícias falsas via redes sociais diariamente, como no aplicativo de mensagens “Whatszapp”, por exemplo.
Com o decorrer dos anos, a tecnologia, em parceria com grandes empresas criadoras de plataformas digitais, ganhou espaço no meio social, com isso tornou-se comum ter aparelho digital, mais ainda receber informações por meio deles, muitas vezes falsas. Com isso, os receptores virtuais, que nem sempre estão aptos a seleção entre verdade e mentira, encaminham adiante e, em casos, tornam-se vítimas de “fakenews”, pelo fato de não saber lidar com a filtração de informações verdadeiras. Portanto, o Estado deve criar um comitê para checar informações falsas veiculadas na internet, informando a empresa responsável pela hospedagem do site, e bloqueando a fonte de renda desses indivíduos, para, por um fim na propagação de notícias falsas. A sociedade deve colaborar capacitando os cidadãos, através de oficinas e cursos gratuitos, a identificar e filtrar conteúdos falsos na web, a fim de ensinar a sociedade a lidar com notícias falsas. Cabe às mídias sociais auxiliarem seus usuários, conscientizando quanto ao compartilhamento de boatos e mentiras na rede, denunciando essas notícias falsas como spam e punindo os autores com o bloqueio de suas contas nas respectivas redes sociais, para, assim, suster o fluxo de notícias falsas na internet, visando o bem-estar da sociedade como um todo.