Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 21/09/2020

Os vilões da Internet na Era Digital

As notícias falsas receberam esse nome atualmente mas já são conhecidas há séculos. Como foi o caso com Joana D’Arc, condenada à morte por boatos de bruxaria, Hitler e Getúlio Vargas que utilizaram das mesmas a fim de promoverem sua campanha eleitoral e, mais recente, informações afirmando que o coronavírus é inativo quando exposto à temperaturas maiores que 26 ºC.

A globalização surgiu logo após a Guerra Fria e desde então veio se desenvolvendo até chegar ao modo como é conhecida hoje. Foi uma das grandes influenciadoras para propagação de notícias no mundo moderno, principalmente pós-Revolução Industrial. Há até pouco tempo atrás, o Facebook removeu uma publicação feita pelo presidente dos Estados Unidos em que dizia que crianças são “quase” imunes ao coronavírus, o que é uma inverdade sem precedentes. Dessa forma e com o objetivo de alienar os telespectadores, o canal televisivo brasileiro Record propõe um anúncio pedindo para que sejam denunciadas quando avistadas.

Em entrevista, Mario Sergio Cortella diferencia a pós-verdade das fake news e da mitomania. Trata-se respectivamente da opinião que o indivíduo desenvolve sobre determinado assunto e como ele “escolhe” acreditar no que vê ou lê, geradores mal intencionados que manipulam ou perturbam a compreensão popular e sujeitos que mentem compulsivamente. Ele afirma ainda, que o resultado será o mesmo e o público alcançado pode ser diverso, alterando somente o ponto de partida devido ao fato de que é muito mais fácil acreditar e difundi-la se esta ir de encontro com aquilo que o indivíduo defende.

Por isso, é essencial que a população esteja atenta e cheque se a fonte é confiável, data da postagem e se o português está na norma-padrão. Caso, o erro persista, que sejam geradas multas, punições, advertências e/ou avisos para quem compartilha, divulga e ajuda a propagar esse tipo de desinformação.