Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 05/10/2020
Em 64 d.C., em Roma, ocorreu um incêndio devastador, que foi causado pelo imperador Nero. Porém, ele culpou os cristãos pela tragédia, o que resultou numa violenta perseguição contra esse povo. É possível perceber a disseminação das “Fake News” continua nos dias atuais e está ainda mais intensa. Assim, é necessário identificar e analisar as causas desse problema.
Primeiramente, é importante notar que os meios de comunicação em massa são um dos principais difusores da desinformação. As grandes mídias lucram bastante com notícias sensacionalistas e mentirosas, que chamam a atenção do cidadão e o incentiva a clicar na matéria (ou comprar o jornal).
As redes sociais também são um dos principais meios de propagação de notícias falsas. Muitos internautas não se interessam em checar a fonte da notícia ou analisar a matéria com cuidado para confirmar se as informações são verdadeiras ou não. Estudos realizados pela Kaspersky, empresa global de cibersegurança, em parceria com a empresa de pesquisa CORPA, revela que 62% dos brasileiros não conseguem identificar uma notícia falsa.
Portanto, as Fake News são perigosas para a sociedade brasileira, principalmente na atual era da informação. O Governo Federal, em parceria com sites de notícias e mídias sociais, deve alertar os usuários sobre a veracidade das notícias e ensiná-los como identificar e reconhecer uma notícia falsa. Além disso, o Estado deve investigar os casos de propagação de mentira e multar os responsáveis; caso tenha resultado na morte de um inocente, as punições devem ser mais severas. Assim, será possível que a população consiga diferenciar o que é fato e o que é falso.