Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 05/10/2020
Em 1937, foi divulgado o Plano Cohen, documento falso difundido no período varguista, na qual afirmava que as iriam tomar a poder, essa falsa notícia colaborou para o começo do Estado Novo. Nota-se, que a dispersão das Fake News tem uma índole histórica que predomina até hoje, muitas vesses pela negligência governamental ou baixa qualidade de leitura e interpretação. Nesse cenário, não há dúvidas que a permanência desse problema deve ser combatido.
Cabe ressaltar, que de acordo com a Constituição de 1988 condena qualquer prática de injúria e difamação, porém o Poder Executivo não executa esse direito. Pelo simples fato de que o próprio estado não implementa projetos que proíbem as Fake News, que podem causar perigo e constrangimento a vítima de determinada mentira.
Do mesmo modo, o analfabetismo funciona de uma certa parcela favorece á disseminação das notícias falsas, visto que não conseguem interpretar a informação lida e discernir as notícias verídicas das falsas, ou seja, a criticidade da população é relativamente baixa. E de acordo com o site canaltech 62% dos brasileiros não conseguem reconhecer uma notícia falsa.
Portanto, cabe ao Governo Federal com auxílio das mídias sociais e rádios fazerem campanhas pelas redes sociais para esclarecer sobre a diferença de notícias falsas e verídica, por meio de debates como fatos por exemplo mostrar fatos adulterados e explicar como identificar esses dados e reconhecer as características. Para que assim as vítimas dessas falsas notícias.