Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 05/10/2020
A internet surgiu durante a Guerra Fria, criada para fins militares, sendo uma forma de manter contato caso ocorresse algum imprevisto nos meios de comunicação convencionais. Atualmente o mundo tem acesso a essa tecnologia e com as redes sociais são os principais veículos de informação, entretanto, nem tudo que circula nos sites e páginas são verdadeiros ou de pesquisas confiáveis, criando as chamadas Fake News, que promove perigo para a sociedade. A prática, no entanto, interfere na credibilidade de sites confiáveis, na vida dos cidadãos, além de ser considerado crime.
Segundo o estudo “Iceberg digital” desenvolvido pela Kapersky 62% dos brasileiros não sabem reconhecer uma notícia falsa. Os principais meios onde existem Fake News em grande proporção são redes sociais como WhastApp e Facebook, em que as pessoas confiam nas notícias que são propagadas, podendo gerar problemas causados por cibercriminosos que usam links para roubar dados pessoais e dinheiro, prejudicando a vida social e profissional das pessoas que leem essas notícias.
Convém ressaltar, a existência de um projeto que possui uma Lei definida como Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, que estabelece normas, diretrizes e mecanismos de transparência nas redes sociais e serviços de mensagem privada. Assim, à medida que o Estado não implementa projetos que proíbam a distribuição de notícias falsas, causando perigo e constrangimento ao alvo da mentira, fazendo assim os seus direitos ficarem apenas no papel.
Dado o exposto, é imprescindível atuação do Estado, no investimento em tecnologias para fiscalizar e identificar que comete os crimes virtuais e realizar uma punição mais severa a quem prática esses atos. É necessário, que haja projetos visando a educação digital com a atuação de profissionais, da escola e da família, por meio de aulas de informática e palestras sobre o uso das redes sociais e sites, dando maior reconhecimento a essas farsas, a modo de diminuir o compartilhamento na sociedade.