Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 09/10/2020

De acordo com o portal de notícias “G1”, em meados de 2013, uma mulher foi espancada até a morte pelos vizinhos devido a rumores nas redes sociais, que a chamavam de “praticante de magia negra”. Nesse caso, deve-se considerar que a divulgação de Fake News trará riscos à sociedade. Portanto, é conveniente analisar os principais riscos e soluções do problema.

“Fake news”, um termo estrangeiro para notícias falsas que se acredita serem genuínas, está constantemente aparecendo na Internet como uma fonte de apoio a argumentos que são amplamente tendenciosos. Tal como acontece com a alegada “bruxa”, muitos crimes verbais ou físicos são motivados por esta notícia. Isso mostra que a falta de atenção, somada à hostilidade de quem comete tais barbáries, é fruto de uma sociedade que não tem fronteiras no “mundo virtual”.

Além disso, a “notícia” não é apenas difamatória, mas também tem objetivos financeiros. Para muitas pessoas que trabalham com sites na Internet, o número de visualizações em um site determina seu valor de monetização. O fato, documentado por empresas do setor como o “Facebook”, é alarmante do ponto de vista social, pois além da facilidade de divulgação desse tipo de conteúdo, elas têm um incentivo para praticar tais atividades. Durante os períodos eleitorais, isso se torna uma “arma política” extremamente perigosa que nos leva aos perigos das Fake News.

Portanto, é necessário que o estado colabore com a população na solução desses problemas. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações deve reduzir a incidência de notícias falsas na Internet, estabelecendo parcerias com empresas privadas para desenvolver ou aprimorar aplicativos gratuitos que verificam a veracidade das notícias distribuídas online. Além disso, o Ministério da Justiça deve punir severamente aqueles que se beneficiam com notícias falsas, especificando o fechamento da página ou site que fornece as informações. Com essas medidas, os brasileiros terão mais controle sobre a autenticidade das mensagens, as pessoas terão mais conhecimento sobre as informações que circulam na Internet e o país poderá oferecer aos cidadãos uma navegação mais segura e cômoda.