Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 07/10/2020
Em 1937, o Plano Cohen, documento fictício circulado no período Vargas que afirmava que os comunistas chegariam ao poder, essa notícia falsa contribuiu para a implantação do Estado Novo. É claro que a divulgação de notícias falsas é de natureza histórica que prevalece até hoje, seja por negligência governamental ou pela baixa qualidade de leitura e interpretação por parte do brasileiro. Nesse contexto, não há dúvida de que esse problema deve ser combatido.
A Constituição do Cidadão de 1988 condena todas as práticas de abuso e difamação, porém o Poder Executivo não faz cumprir esse direito. Segundo Aristóteles, a política serve para garantir a felicidade do cidadão, por isso deve-se destacar que no Brasil esse conceito é deturpado porque o estado não implementa projetos que proíbem notícias falsas, causando perigo e constrangimento do propósito de mentiras, eles só fazem seus direitos no papel.
Além disso, o analfabetismo funcional de parte da população favorece a divulgação de ‘fake news’, pois eles não conseguem interpretar as informações que lêem. Infelizmente, o nível de leitores dos brasileiros ainda é muito baixo e, portanto, também o seu poder crítico. Ao contrário do filósofo Descartes, que afirma que tudo o que vê deve ser questionado para se chegar à verdade. Enquanto isso, mudar os hábitos da população é essencial para superar o perigo das notícias questionáveis.
Concluiu-se, portanto, que medidas são necessárias para solucionar este problema. O governo federal, junto com as redes sociais e o rádio, deve promover o esclarecimento da situação da população por meio de debates informativos, com exemplos de fatos falsos e dicas práticas de como reconhecer suas características. Esperançosamente, isso construirá uma sociedade mais crítica com base nos dados que lê e que guiarão a verdade naquilo que compartilha.