Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 07/10/2020

Fake News não é uma novidade na sociedade, mas a escala em que pode ser produzida e compartilhada que a muda de categoria. Joana D’Arc foi morta durante a idade media pela igreja católica, apenas por boatos de ser uma bruxa. Hodiernamente o fluxo e transtorno dessas noticias falsas afetam mais rápido a vida das pessoas.

A Constituição Cidadã de 1988 condena qualquer prática de injúria e difamação, todavia o Poder Executivo não executa esse direito. Conforme Aristóteles, a política serve para garantir a felicidade do cidadão, logo, nota-se que esse conceito encontra-se deturpado no Brasil à medida que o Estado não implementa projetos que proíbam as notícias falsas, causando perigo e constrangimento ao alvo da mentira, fazendo os seus direitos ficarem apenas no papel.

No geral não é tão fácil descobrir uma notícia falsa, pois há a criação de um novo “mercado” com as empresas que produzem e disseminam Fake News constituindo verdadeiras indústrias que “caçam” cliques a qualquer custo, se utilizando de todos os recursos disponíveis para envolver inúmeras pessoas que sequer sabem que estão sendo utilizadas como peça chave dessa difusão.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para solucionar essa problemática. O Governo Federal em conjunto das mídias sociais e rádios devem promover o esclarecimento da população, por meio de debates informativos, com exemplos de fatos adulterados e dicas práticas de como reconhecer suas características. Espera-se, com isso, construir uma sociedade mais crítica sobre os dados que lê e que prese pela verdade no que compartilha.