Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 11/10/2020
Nos dias atuais, tornou-se muito difícil para as pessoas diferenciaram as verdades das fake news disseminadas na rede. Essas notícias falsas baseiam-se em calúnias para se espalhar pelas redes sociais e arrecadar acessos e visualizações aos sites desta indústria incipiente. Tal prática, no entanto, interfere na credibilidade de jornais profissionais e na vida de todos os cidadãos, além de ser configurado como crime.
As redes sociais encurtam distâncias e oferecem acesso rápido, não importando de que parte do mundo vêm as notícias. Essa facilidade de comunicação tem oportunizado a disseminação de inverdades que prejudicam a população, deixando rastros de desconfiança e tensão ao invés de agregar conteúdos na vida de quem busca se atualizar. Na área da saúde, por exemplo, não são raras as informações falsas sobre epidemias ou a propaganda de soluções “mágicas” para determinadas doenças.
Por trás das “Fake News” muitas vezes estão indústrias que as compartilham apenas visando um maior alcance e quantidade de cliques, e que, depois de obterem êxito dificulta-se o trabalho de investigadores responsáveis por tentar identificar o autor da notícia por esta ser compartilhada por um número absurdo de pessoas.
Quando se é possível identificar o autor se entra outro problema: a impunidade. Os crimes cibernéticos possuem menor seriedade ao serem punidos por conta de penas muito curtas e que muitas vezes podem ser revertidas em trabalho sociais ou pagamento de fiança.
É evidente, portanto, que medidas sejam tomadas para amenizar essa problemática. Cabe ao estado, além de algumas medidas já tomadas, para tentar localizar possíveis malfeitores, criar campanhas com palestrantes nas cidades mais afetadas, para alertar a população sobre os sérios riscos de compartilhar toda informação que ver no mundo digital, por meio de apresentação dos vários casos ocorridos de morte de difamação pelo simples ato de clicar um botão, aparentemente inofensível, com educadores digitais, psicólogos e jornalistas, sobre as atitudes a serem tomadas antes da divulgação, como: checar em fontes confiáveis se é fato ou fake. A fim da diminuição da propagação de fake news e localização e apreensão com multas e penas mais severas aos indivíduos. Só assim caminharemos em passos largos para o ideal de Habermas, em transmitir nada mais que a verdade.