Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 11/10/2020
Durante a Idade Média, Joan D’Arc (Joan D’Arc) foi morta pela Igreja Católica após rumores de ser uma bruxa. Porém, embora a história das “notícias falsas” tenha sido traçada há vários séculos, ela ainda está presente no Brasil contemporâneo, causando transtornos e medo as pessoas. Nessa perspectiva, o principal motivo deste problema deve ser analisado.
Com o surgimento da terceira revolução industrial após a Segunda Guerra Mundial, os meios de informação técnico-científicos se consolidaram e a sociedade passou a conviver no rápido desenvolvimento da informação e das comunicações. No entanto, a proliferação de notícias falsas, principalmente nas redes sociais, mostra que essa nova etapa do mundo globalizado pode ser prejudicial ao desenvolvimento social do país. Em outras palavras, de acordo com a filosofia comtiana, o fluxo constante desses golpes afirma que são fatos sociais doentios, ou seja, essas farsas muitas vezes destroem a harmonia social porque é difícil encontrar a causa e a verdade dos fatos, que é a causa importante deste fenômeno.
No entanto, a sociedade passou a ser dominada pela era pós-verdade, ou seja, para uma parte da população, os fatos se tornam mutáveis, e as informações não precisam ser provadas, mas apenas passadas à aceitação. Diante disso, formou-se um “mercado de notícias” e várias indústrias produziram notícias sensacionais para persuadir os leitores e divulgar informações, e atingir o objetivo de expandir as Além polarização política, é possível perceber a retomada da expressão dos regimes totalitários, já que muitos partidos passaram a manipular as notícias para divulgar ideologia a fim de alienar a sociedade para aceitar um determinado governo governante. Persuadir as pessoas a abandonar outras formas de gestão e inibir a sociedade de formar suas próprias ideias.
Portanto, notícias falsas representam um impasse no meio social brasileiro. Para tanto, o Ministério da Justiça deve, de acordo com a gravidade do caso, impor multas ou até prisão às empresas e aos internautas que cometem esses crimes, a fim de melhor fazer cumprir a lei. Além disso, as organizações não governamentais que estão alinhadas com a mídia devem produzir um folheto para conscientizar as pessoas sobre como acessar a Internet com segurança. Por exemplo, isso é conhecido como “dez dicas para combater publicações falsas”. Nele, o navegador será orientado a visualizar a fonte, data e todas as informações importantes do evento para comprovar sua veracidade. Por fim, o legislador deve investigar todos os casos de repressão a notícias falsas em alto e bom som, como o que aconteceu em São Paulo, para julgar e punir os invasores por trás da tela. Talvez assim, as notícias falsas só tenham aparecido no contexto histórico.