Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 11/10/2020

A “internet” foi criada para fins militares durante a guerra fria, pois era outra forma de os norte-americanos se manterem em contato caso acontecesse problemas com os meios de comunicação convencionais. Atualmente, o mundo tem acesso livre a essa tecnologia e as redes sociais são um dos principais veículos de informação, entretanto nem tudo que está exposto por lá é verdadeiro.

As redes sociais oferecem acesso rápido diminuindo a distância entre as pessoas, não importando de que parte do mundo vêm as informações. Essa facilidade de comunicação vem dando abertura a disseminação de inverdades que prejudicam a população, deixando rastros de desconfiança e tensão ao invés de agregar conteúdo e ensinamentos na vida de quem busca se atualizar. Na área da saúde, por exemplo, muitas são as informações falsas sobre epidemias ou propagandas de remédios “mágicos” para determinadas doenças.

Por conta de as mídias sociais serem formadoras de opinião, muitos internautas divulgam boatos sobre a vida tanto de pessoas anônimas quanto de figuras públicas, atingindo a honra, a moral e a dignidade de quem é exposto. No momento atual, período pouco antes das eleições, os eleitores têm obrigação de ficar atentos, pois, certamente, várias notícias falsas surgirão com o intuito de desestabilizar a imagem de candidatos adversários.

Sendo assim, os usuários devem pesquisar e verificar a veracidade dos fatos e conteúdos publicados. Mediante aos fatos apresentados, o Brasil deveria criar uma lei que dá aos juízes o poder de retirar páginas e contas das redes sociais que apresentem notícias falsas, assim como fez a França. Também é importante que o Estado faça um maior investimento na tecnologia para que consigam fiscalizar e identificar indivíduos que cometem crimes virtuais. Assim, os usuários voltariam a confiar nas informações apresentadas e expostas na ‘internet’.