Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 06/10/2020

É irrefutável que com à popularização da internet nos anos 2000, houve o surgimento de um novo serviço de comunicação, as redes sociais. Entretanto, juntamente com esse avanço, apareceu também a disseminação de notícias falsas, mais conhecidas como ‘‘Fake news’’. Sendo possível identificar o aumento dessas situações na época de eleição, por exemplo, e no crescimento dos sites de fofocas.

De acordo com a Constituição de 1988, todo ser humano tem o direito de se expressar, isso é, de expressar a sua opinião e do que não concorda. Entretanto, com a propagação das ‘‘Fake news’’ esse direito tem estado cada vez mais distante, já que, grande parte da população compartilha e espalha as notícias falsas, o que consequentemente acaba manipulando  e distorcendo a história para que a pessoa citada saia como errada, ou até mesmo que a situação esteja diferente do que realmente é. Pode-se citar como exemplo às eleições de 2018 para Presidente da República do Brasil, onde circularam inúmeras informações falsas nas redes sociais, como forma de manipular a opinião do outro e fazê-lo concordar com a opinião de quem cria, espalha e distorce os fatos. Sendo possível, identificar essa situação no documentário ‘‘Fake news: Baseado em fatos reais’’, onde é explicado o motivo por trás da proliferação das notícias falsas.

Dessa mesma maneira, os sites de fofocas também cooperam para a disseminação de ‘‘Fake news’’. Segundo o filósofo Friedrich Nietzsche: ‘‘Não há fatos, apenas interpretações’’. Ao analisar o pensamento e compará-lo com á situação abordada, é plausível dizer que os sites de fofocas espalham notícias falsas, por meio de postagens nas redes sociais, utiliza-se, por exemplo, frases impactantes que não tem nenhuma relação com o assunto abordado, simplesmente para ganharem visibilidade e fama, já que acabam chamando a atenção das pessoas. Criam, também, vários boatos de celebridades, como até mesmo á morte deles. Sendo possível citar o caso de Tiago Leifert, que foi vítima de um boato que teria sofrido um acidente trágico, o que não era verdade.

Contudo, tendo em vista a realidade enfrentada pela população, é essencial que o Governo Federal crie campanhas digitais, tanto por propagandas em TV aberta tanto em redes sociais, como forma de alertar os cidadãos sobre os perigos de compartilhar às ‘‘Fake news’’ e incentivar à busca por informações verídicas, pesquisando, então, ás fontes verdadeiras por trás das notícias. Sendo viável também,  que às escolas ensinem os alunos a terem pensamento crítico e que eles possuem direito de se expressar, tendo como consequência a garantia de que eles terão seus direitos e a diminuição da disseminação das ‘‘Fake news’’.