Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 11/10/2020
A denominada internet criada com o fito de aprimorar a comunicação militar durante a guerra fria, passou por um processo de advento e expansão tecnologia. Nesse viés, propiciou a democratização do acesso à internet. Entretanto, ocorre a disseminação de notícias falsas, ou “Fake News”, que devido ao meio de propagação expandiram em grandes proporções. Por conseguinte, apresentam consequências maléficas ao público afetado, portanto, a discussão acerca dos perigos é impreterivel.
Primeiramente, é válido ressaltar que as notícias falsas tornaram-se majoritariamente as mais divulgadas em redes sociais. Nesse cenário, de acordo com a pesquisa promovida pela Universidade de Oxford, da Inglaterta, o Facebook é o principal mecanismo para a divulgação das falácias, fato que agrava a desinformação acerca de pautas importantes e a alienização populacional. Não obstante, ocorre a falta de fiscalização e monitoramento, por parte dos usuários e criadores das plataformas de comunicação, dessas matérias forjadas.
Dado o exposto, a disseminação de Fake News impulsiona o processo de manipulação da sociedade, haja vista que passa a acreditar fielmente nas mesmas. Ademais, a veracidade do conteúdo não necessita ser corroborada apenas repercutida com agilidade.Dessa forma, é criado o “Mercado de Notícias” cujo o intuito é expor sensacionalismo, para que convença seu público-alvo e que o faça a compartilhar. Dessarte, é fundamental a implementação de políticas contra e que inovam a difusão desses conteúdos em todas as redes sociais.
Logo, faz-se mister que o Governo federal através do Poder Legislativo aprove a lei que inibe e criminaliza a criação e compartilhamento de Fake News, para que a população não receba e seja manipulada. Outrossim, o Ministério da Educação por meio de cartilhas, panfletos e propagandas em ônibus e locais de fácil acesso, conscientize e informe a sociedade acerca dos perigos de tais falácias e a maneira de desmenti-las.