Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 12/10/2020

Não é de hoje que mentiras são explanadas como fatos, mas foi com a aterrisagem das redes sociais que esse estilo de publicação tornou-se renomeada. A imprensa internacional começou a utilizar de modo frequente o termo fake news durante as eleições de 2016 nos Estados Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente. Substancialmente, fake news é um termo em inglês e é utilizado com fito de dirigir-se a informações caluniadoras divulgadas, especialmente, em redes sociais.

De primeira instância, afirma-se que as causas para que sejam criadas notícias falsas são inúmeras. Em alguns casos, os autores criam manchetes estarrecedoras com o nítido intuito de atrair acessos aos sites e, assim, faturar com a publicidade digital.

Todavia, além do princípio genuinamente comercial, as fake news podem ser usufruídas apenas para criar boatos e relembrar um pensamento, através de fraudes e da emissão de ódio. Dessarte, difamam-se pessoas “comuns”, celebridades, políticos, empresas, entre outros.

Inclusive, qualquer tipo de informação fajuta, da mais singela à mais rebuscada, instiga o indivíduo ao erro. Em diversas situações, a notícia contém uma informação fraudulenta orbitada de outras verdadeiras. É excepcionalmente nesses casos que estão camuflados os perigos das fake news, e suas consequências podem ser fatais.

Até porque, para as autoridades, identificar e punir os autores de boatos na rede é uma tarefa melindrosa. Particularmente, no Brasil, a legislação que outorga punição para esse tipo de crime, não fala sobre internet, cita apenas rádio e televisão.

Sendo assim, de forma racional, obtém-se a visão que a maneira mais concisa e eficaz de enfraquecer as consequências malignas das fake news é que cada cidadão faça a sua aludida parte, compartilhando apenas aquilo que, indubitavelmente, seja verídico; sem esquecer do comportamento idôneo, tendo como peculiaridades o constante questionamento e a procura de informações em outros veículos.