Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 07/10/2020

Segundo o portal de notícias “G1”, em meados de 2013, uma mulher fora espancada pelos seus vizinhos até a morte por conta de um boato espalhado nas redes sociais, o qual a descrevia como “praticante de magia negra”. Nesse contexto, há de se considerar que a disseminação de informações falsas promove perigo para a sociedade. Destarte, é conveniente a análise dos principais riscos e soluções para tal questão.

As “Fake News”  é um termo estrangeiro falso que significa notícias falsas que se acredita serem verdadeiras e que têm aparecido constantemente na Internet como recurso para validar argumentos que, em parcela considerável, são tendenciosos. Muitos crimes de caráter verbal ou físico são motivados por essas notícias. Isso demonstra que a falta de atenção, somada com a malevolência dos indivíduos que cometem tais barbáries, são frutos de uma sociedade que não dispõe de limites no “mundo virtual”.

Além disso, “notícias” não são apenas difamatórias, mas também têm uma finalidade financeira. Para muitas pessoas que usam páginas da Internet, o número de visualizações do site determina o valor de seus lucros. Do ponto de vista social, esse fato foi comprovado por empresas do setor (como o “Facebook”), o que é chocante porque, além de ser fácil distribuir esse tipo de conteúdo, essas pessoas também são motivadas a isso. Em períodos eleitorais, isso torna-se uma “arma política” extremamente perigosa.

Dado o exposto, é imprescindível a atuação do Estado, concomitantemente com a população, para solucionar os problemas supracitados. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações deve reduzir os casos de notícias falsas na Internet, estabelecendo parcerias com empresas privadas para desenvolver ou aprimorar aplicativos gratuitos que verifiquem a veracidade de sua divulgação na Internet, além disso deve ser tomadas várias novas atitudes como por exemplo criação de leis contra a fake news.