Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 18/12/2020
Mentiras revestidas
A Fake News é algo antigo que circula entre as sociedades, mas hoje, em uma escala globalizada é disseminada rapidamente e eleva a sua categoria. Um exemplo disso, foi durante a idade média que várias mulheres morreram queimadas com o falso pretexto de serem bruxas. Mesmo assim, atualmente as notícias falsas continuam causando transtornos para a sociedade na era da informação. Por isso, é necessário analisar as causas desse problema e maneiras de solucioná-lo.
Em primeiro lugar, as Fake News ganham destaques nas redes sociais. Um exemplo disso foi durante a pandemia do Covid-19, principalmente durante o início, aproveitadores se beneficiavam do pânico da população para disseminar notícias distorcidas sobre o vírus, a patologia e tratamentos. Durante esse período, no Brasil, ficou evidente que as pessoas não verificavam as fontes e ajudavam a difundir as mentiras por meio das redes. Logo, alguns eram beneficiados as custas do prejuízo dos demais.
Ademais, as Fakes News podem ter cunho econômico ou político. Muitas empresas não se importam em prejudicar milhares de pessoas para vender seus produtos, como acontece com algumas empresas farmacêuticas que são beneficiadas pelo temor das pessoas em situações de crise. Pelo lado político, um exemplo é o caso das eleições de 2018 em que seguidores de ambos partidos concorrentes divulgaram diversas notícias falsas para tentar desqualificar o outro. O problema disso é que até conseguirem desmentir o estrago foi muito extenso e muitas pessoas já acreditaram.
Portanto, para diminuir a circulação de notícias falsas, cabe ao Governo, por meio do Poder Legislativo, aprovar a lei que criminaliza a circulação de notícias falsas, isso fará que a sociedade não conviva com informações prejudiciais. Além disso, os veículos como “Instagram” e “Whatsapp”, precisam criar normas para o uso e precisa tirar os perfils que divulgam as Fake News do ar. Por fim, cabe ao setor midiático a função de informar, de modo educativo, a população por meio de propagandas sobre os perigos e como diagnosticar as falsas informações. Só assim a população fará o reconhecimento dessas farsas e reduzirá o compartilhamento.