Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 05/03/2021

No decorrer da história humana, em sua grande parte houve o compartilhamento das chamadas “fake news”, um termo em inglês que significa, em sua forma literal, notícias falsas, que como o nome já diz é utilizado para representar as notícias que apresentam um conteúdo duvidoso. Atualmente, com as redes sociais, é muito mais fácil repassar essas fake news, por meio de aplicativos de comunicação, consequentemente, contribui para a baixa credibilidade com as notícias compartilhadas, tanto as falsas quanto as verdadeiras.

Até pouco tempo atrás, as estratégias de combate contra as “fake news” eram feitas através de notas de esclarecimento, retratações e desmentidos, que se mostraram cada dia menos eficazes devido à velocidade do compartilhamento das notícias falsas nas redes. Contudo, o compartilhamento das “fake news’’ não necessariamente é consciente, muitas pessoas as repassam sem nem saber sobre o que se trata a notícia, ou repasse inocente, facilitando ainda mais o compartilhamento dessas informações não verídicas.

Além disso, de acordo com a pesquisa feita pelo Centro Regional para Desenvolvimento de Estudos sobre a Sociedade da Informação, três a cada quatro brasileiros têm acesso à internet, o que significa que 74% da população brasileira está exposta, todos os dias, às notícias falsas e suas consequências, que demonstra o quanto as pessoas estão vulneráveis aos danos que as “fake news” causam na sociedade, além da facilidade do compartilhamento das mesmas.

Logo, a fim de diminuir a quantidade de pessoas afetadas pelas notícias falsas, instituições escolares podem, por meio de palestras e aulas, mostrar os métodos de como identificar e analisar para saber a veracidade da notícia. Outrossim, com a mesma finalidade, o Ministério das Comunicações pode, por meio de ações e campanhas, demonstrar as estratégias e métodos de como identificar uma “fake news” e não compartilharem.