Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 11/03/2021

Durante a idade média, houve vários falsos boatos de bruxaria, foi o caso de Joana D’Arc, que foi morta na fogueira pela igreja católica. Com base nessa informação, podemos concluir que os perigos da Fake News na era da informação estão presentes quanto no passado quanto nos dias atuais. Tal problemática ocorre em virtude da facilidade de repercussão e criação da Fake News.

Convém analisar, a notícia publicada na revista Science, que pesquisadores afirmam que o cérebro humano tem maior capacidade de absorver notícias falsas. A tendência cerebral do ser humano é aceitar com maior facilidade informações que confirmem crenças pré-existentes e notícias do momento. O estudo, apresentado na convenção anual da American Psychological Association (APA), nos Estados Unidos, afirma que essa “habilidade” começa a ser desenvolvida ainda na infância, quando a criança está aprendendo a distinguir entre a realidade e a fantasia.

Logo após, vem a facilidade de criação de Fake News. Atualmente com o novo vírus saíram várias notícias falsas sobre o mesmo. A pesquisa feita pela revista Superinterresante, mostra que centenas de pessoas morreram por causa de Fake News sobre Covid-19. Segundo pesquisadores de vários países do mundo, rumores e falsas informações sobre o coronavírus se espalharam rapidamente pelas redes sociais e pela internet assim que a pandemia começou. A desinformação dizia que ingerir altas quantidades de metanol curaria o coronavírus, levando a uma onda de pessoas se intoxicando com o álcool.

Fica claro, portanto, que o modo de reduzir a incidência de notícias falsas, cabe ao setor midiático promover propagandas, auxiliando a população no reconhecimento dessas farsas, de modo a reduzir o compartilhamento dessas no âmbito social. Outra medida a ser tomada e pela parte do Governo, por meio do Poder Legislativo, aprovar a lei que tramita na Câmara dos Deputados, que criminaliza a divulgação de notícias falsas, de modo que a sociedade seja privada de conviver com essas informações prejudiciais ao desenvolvimento social.