Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 04/09/2021
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa as Fake News na era da informação, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste e aumenta, seja pela falta de controle do que é publicado pelos usuários na internet, seja pela ignorância da população desinformada na hora de compartilhar informações.
É indubitável que o uso das redes sociais para a grande maioria da população facilitou o cotidiano de cada um. Entretanto, com esse aumento de usuários nas redes sociais, ajudou com a dispersão de informações falsas, que são prontamente compartilhadas por usuários sem ao menos se certificar de ser uma notícia falsa. Ademais, sabe-se que as maiores vítimas das Fake News são os idosos que, na maioria das vezes, despreparados para usar a internet, acabam por acreditar em golpes além de informações falsas.
Outrossim, destaca-se usuários não saber reconhecer Fake News como impulsionador do problema. Segundo o site canaltech, 62% dos brasileiros não sabem reconhecer notícias falsas, ou seja, são vítimas de acreditar em informações inverídicas e ainda compartilha-las para outros indivíduos. Assim, faz-se necessário a sociedade saber lidar com todos os dados que estão a livre disposição na internet, e filtrar dados relevantes ou não.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem uma internet melhor. Destarte, o Ministério da Educação deve instituir, nas escolas, palestras que discutam as Fake News nas redes sociais, alertando dos perigos e instruindo apenas o compartilhamento de notícias verídicas. Destarde, o Poder Público deve criar projetos de lei para regulamentar a divulgação de materiais de carácter informativo nas redes sociais, classificando como criminosas as fontes de informações falsas.