Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 01/09/2021
No atual cenário de desenvolvimento tecnológico, são notórios os diversos benefícios consequentes de novos estudos e programas desenvolvidos. No entanto, nos últimos anos, no Brasil, eclodiram diversos casos de veículos de informação divulgando notícias falsas acerca de crimes, decisões políticas, tratados internacionais etc. Sob essa análise, os perigos da “Fake News” na era da informação, são inúmeros.
Em primeira instância, percebe-se que os difusores das notícias falsas, muitas das vezes, são pessoas inocentes e vítimas da sua própria ignorância, que compartilham o que veem, sem antes verificar a fundo a veracidade dos acontecimentos citados na respectiva notícia. Diante desse aspecto, consequentemente, uma corrente de compartilhamento se cria, fazendo com que a “Fake News” alcance um número cada vez mais alto de pessoas.
Nessa lógica, uma série de prejuízos são gerados, desde a difamação de pessoas e instituições, até a tomada de decisões com impacto político, social e econômico…, com base em informações falsas e infundadas. Naturalmente, as pessoas tendem a acreditar no que veem, mas vale ressaltar que, com os vários programas de manipulação de imagens, falsificação de voz, vídeos recortados e retirados de contexto, é muito fácil fazer uma situação inventada parecer verdadeira.
Diante do exposto, o ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), criou o Programa de Combate à Dessinformação (PCD), que deve identificar discursos de ódio, notícias absurdas com apologia a violência ou assédio, e capacitar profissionais para informar a população sobre como evitar que “Fake News” se espalhem. Em suma, é de extrema importância que o governo e os grandes veículos de comunição, combatam por meio de intervalos informativos, os absurdos que são publicados todos os dias, e que ferem a integridade de diversos cidadãos inocentes.