Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 02/09/2021

A Constituição de 1988 prevê que todo cidadão têm direito à liberdade de expressão. Entretanto, na última década houve um abuso de tal direito constitucional, que culminou em uma maior disseminação de “Fake News”, que por sua vez causou a perda e o aumento da reputação de vários indivíduos. Assim, evidenciam-se duas questões: seu uso no meio social e a desinformação coletiva. Logo, medidas se fazem necessárias.

Em primeiro plano, as notícias falsas apresentam um forte poder na sociedade brasileira, haja vista que pode destruir a vida social de qualquer um. Portanto, esta ferramenta tem estado presente em eleições frequentemente, já que segundo pesquisa do Instituto Ipsos, 82% dos brasileiros acredita que ela foi usada para influenciar a de 2018. Este dado comprova a força deste recurso no solo tupiniquim.

Ademais, segundo Friedrich Nietzsche, filósofo alemão, “as pessoas não querem ouvir a verdade porque não desejam que suas ilusões sejam desmoronadas”. Esta frase encaixa no contexto brasileiro, posto que os indivíduos, em sua maioria, não checam a origem da notícia recebida, porque têm plena convicção de que o fato poderia facilmente ser verdadeiro. Desta forma, o falso acontecimento circula por várias redes de contato.

Em vista disso, percebe-se a importância de debater sobre os perigos das “Fake News”. Por isso, cabe ao Governo Federal -responsável por criar espaço para a sociedade e o setor privado desempenharem seu papel- por meio dos meios de comunicação, promover campanhas publicitárias, com o objetivo de ensinar a população a como reconhecer uma notícia falsa. Consequentemente, com as medidas tomadas, espera-se ver um cenário diferente da última década no Brasil.