Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 18/10/2021
Para o brasileiro e ciêntista político Leonardo Shakamoto somos “ilustres desconhecidos na internet”. Nessa analogia, o ciêntista traz a referência que as pessoas tratam as outras na internet como um desconhecidos e não como humanos, evitando-se olhar às consequências daquele ataque sem ter uma reflexão e um disernimento moral. Nesse sentido, os perigos das Fake News na era da informação está atrelada ao: As mudanças do comportamento na sociedade com os outros e ao incentivo ao ódio por meio de usuários anônimos.
Em primeiro lugar, é oportuno destacar as mudanças de comportamento na sociedade. Nesse prisma, as mudanças de comportamento está cada vez mais tóxica, que por conseguinte, altera os comportamentos dos usuários na internet criando-se assim as Fake News. Sob esta perspectiva, segundo o Filósofo polonês Zygmunt Bauman, a sociedade está cada vez mais líquida, onde o amor e as relações pessoais, em qualquer dimensão, está cada vez mais efêmera. Nesse sentido, o pensador também ressalta as mudanças das pessoas em relação ao uso da internet, onde essas mudanças transformam relações, passando a gerar uma falta de empatia com outrem e em decorrência gera as Fake News.
Ademais, é importante analisar o incentivo ao ódio por meio de usuários anônimos que são autores da disseminação do ódio e da Fake News, seja por influência política, religiosa ou social. Diante desse cenário, segundo a matéria jornalista do G1, dados estatísticos apotam que em meados de 2018, sob influência política, especialistas de Cibercrime mostram que 1 usuário têm pelo menos 5 contas Fakes para a realização da ação. Diante o exposto, os crimes de ódio na internet aumentaram de uma maneira exponêncial em relação as influências política, criando-se grupos negacionistas que tem como objetivo de obstruir as ações de um determinado grupo, que trabalha em favor da verdade e das pesquisas verídicas.
Portanto, é de suma responsabilidade do ministério da justiça fortalecer o monitoramento na internet, por meio de denuncias e de fiscalizações realizadas por agentes do cibercrime, com o objetivo de intervir sobre o criminoso e combater as suas contas que são ultilizadas para o crime. Ademais, é preciso que o ministério da educação promovam instruções nas instituições de educação, por meio de palestras de especialistas de crimes virtuais, com a finalidade de conscientizar as pessoas para chekar se aquela tal informação é verídica, e evitar ao máximo a difusão de fake news assim que for analisado. Assim, a ideia de Leonardo Shakamoto sinta-se “diluida”, e que sociedade possa reconhecer os outros indivíduos e refletir as causas e as consequências em relação ao próximo.