Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 19/10/2021
São chamadas de “fake news” aquelas notícias que não podem ser cofirmadas por outras fontes. Elas são, na maioria das vezes, inventadas e mentirosas. Por isso, quando ganham muitos acessos, conseguem prejudiciar aquilo que está sendo abordado pela matéria, seja um movimento, uma empresa ou pessoa. Tal consequência é alcançada com as falácias que são veiculadas nessas informações falsas, as quais agravam a cultura do cancelamento.
Primeiramente, é importante perceber o processo de industrialização cultural que a sociedade brasileira está passando. Isto é, de acordo com os sociólogos Adorno e Horkheimer, a cultura está se transformando em produto. Por isso, possui rápida circulação e, na maior parte dos casos, sua veracidade não é confirmada. Isso é o que acontece com as “fake news”, são compartilhadas facilmente sem, ao menos, verificar uma validação confiável.
Mesmo sem comprovação, essas notícias falsas contribuem com a cultura do cancelamento - exposição atitudes ou ideias negativas de pessoas, famosas ou não, para que elas sejam criticadas, julgadas - pois, os dados expostos podem ser falsos. Ainda assim, pela verdade não ser verificada, as pessoas julgam sem saber a realidade, prejudicando a vida de quem é atacado sem nenhum motivo. O que, de acordo com o código penal brasileiro, pode dar uma pena de três meses a dois anos para quem escreveu a mentira e quem ajudou a espalhar.
Diante do exposto, os perigos das “fake news” na era da informação podem ser resolvidos pela Secretaria da Cultura em união com o Ministério da Educação quando eles criarem um projeto que apresente campanhas através da mídias sociais - televisão, redes sociais, rádio, jornais e revistas - que conscientizem a sociedade que, antes de compartilhar qualquer informação, é preciso verificar suas fontes e tentar comprovar sua veracidae. Desse modo, as informações que circularem serão mais confiáveis e as pessoas irão ficar mais atentas às notícias falsas.