Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 15/10/2021
De acordo com Friedrich Nietzsche, filósofo alemão, “Não há fatos, apenas interpretações”, o que salienta a importância de uma cultura crítica, que esteja aberta a interpretações, e não a terceirizações. Nesse contexto, é pertinente que aja uma série de precauções relacionadas aos perigos das “Fake News” na era da informação. Dessa forma, faz-se necessário discutir a terceirização das notícias, e a ausência da empatia com o próximo, fatores que corroboram com a propagação de notícias falsas.
Primordialmente, constata-se que há diversos perigos relacionados a Fake News na era tecnológica. Segundo “Leonardo Jakamoto” jornalista e Dr. em ciências políticas, há uma terceirização de interpretação da realidade. Nesse contexto, nota-se que os indivíduos se utilizam de postagens infundadas e alarmantes, fazendo com que essas notícias falsas se alastrem, muita das vezes, sem ter o conhecimento que está compartilhando informações que não condizem com a realidade, e sem a compreensão da ilicitude.
Em segunda análise, a ausência de empatia com o próximo, vem intensificando os casos. Nesse sentido, um caso que foi repercutido, foi o caso de “Fabiane Maria de Jesus”, que sofreu um linchamento que a levou a óbito, devido à divulgação de notícias falsas, a ela relacionadas. Nesse contexto, conclui-se que, Fake News não somente pode acabar com a reputação de uma pessoa, como também são capazes de matar. Logo, deve-se evitar o compartilhamento de informações sem comprovação ou fontes confiáveis.
Portanto, para minimizar os perigos da Fake News, na era da informação, a Grande Midia deve, repassar as notícias de forma criteriosa, e divulgar como se identifica falsas postagens, através de comerciais educativos, e divulgação nas redes sócias. Logo, vale ressaltar para o público a importância da interpretação do conteúdo antes do compartilhamento. Dessa forma, tendo uma sociedade mais prudente, e consciente das consequências que podem ser acarretadas.