Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 17/10/2021
Dados do G1, portal de notícias, confirmam que 70% dos brasileiros com acesso à internet já acreditaram em uma fake news sobre o coronavírus no ano de 2020. Essas fakes trás consigo alguns perigos os quais se destacam os linchamentos e embates contra as campanhas de saúde pública.
Nesse sentido, a propagação de notícias falsas é uma arma na era da informação, ou seja, esse tipo de levantamento pode custar a vida de um inocente. Um caso documentado pelo filme “a primeira pedra” confirma isso ao retratar a morte de uma mãe no qual foi ocasionada por meio do ato de linchamento. Essa mulher foi acusada de sequestrar crianças para fazer rituais de magia. Em meio a isso, a atitude dos linchadores revela a carência de informação portada por esses, e, infelizmente, uma acusada morreu devido aos efeitos da desinformação.
Além disso, a desinformação pode influenciar negativamente o comportamento de um grupo de indivíduos. Isso se confirma pela pesquisa elaborada pela Universidade de Campinas, a UNICAMP, juntamente com uma universidade estadunidense sobre argumentos contra a vacinação no ano de 2020. Os principais veículos dessas fakes foram os canais do You Tube que culminou em dúvidas sobre a segurança dos imunizantes para o vírus circulante no ano da pesquisa. Diante disso, é possivel notar que essas fakes propõe ações contra a preservação da vida e seus efeitos devem ser amenizados o quanto antes para que as campanhas de saúde pública sejam efetivas.
Portanto, alguns dos perigos das informações falsas na era globalizante podem ser aliviados por meio do investimento em campanhas de orientação, como anúncios publicitários, mediado Ministério da Educação com o uso do dinheiro público, no qual esses anúncios tenham por objetivo ensinar ao povo a buscar a fonte e a veracidade da informação recebida para que atos de linchamento não se repitam. Por fim, cabe também ao Ministério da Saúde publicar em redes sociais e veicular suas informações verídicas às mídias mais consumidas no território brasileiro. Para essa veiculação, é necessário investimento da verba pública que ocasionará no combate a desinformação e favorecerá a efetivação das campanhas de saúde pública. Assim, se conseguirá amenizar os perigos da fake news e preservar a vida e a saúde dos brasileiros.