Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 16/10/2021

Com a Revolução Industrial instaurada e, proporcionalmente, o surgimento de tecnologias antes não usadas, dentre elas está a internet e, consequentemente, a era da informação abrangida. Contudo, da mesma forma que essas notícias são boas para as pessoas se manterem informadas, elas também podem se tornarem negativas quando providas de relatos falsos. Nesse horizonte, pode-se citar a mal intenção de alguns indivíduos e a falta de pesquisa sobre a veracidade dos fatos como motivos para a perduração das fake news.

Em primeiro lugar, é imprescindível o destaque para a velocidade com que, atualmente, os fatos, verdadeiros ou não, espalham-se. Nessa perspectiva, pontua-se que esse espalhamento acontece devido ao grande acesso que as mídias socias têm e alguns se aproveitam disso. Dessa forma, de acordo com uma reportagem do Fantástico, um homem, na véspera da eleição americana, postou que agente do FBI suspeito de vazar e-mails de Hillary é encontrado morto, o que levou muitos a acreditarem que foi um crime premeditado pela família Cliton, contudo não era verdade. Consequentemente, deve-se ter a responsabilidade de não espalhar notícias mentirosas, pois isso pode prejudicar muito a vida de quem foi exposta.

Em um segundo plano, é por dever pontuar que inúmeros cidadãos se veem diante de muitas informações nas redes sociais, porém não procuram saber se aquilo é verdade ou não. Dessa maneira, cada vez mais, utilizadores da internet, têm muita facilidade relacionada ao compartolhamento de relatos. Sendo assim, segundo uma matéria passada na Globo, veterinário é vítima de fake news e acusado de realizar um procedimento mal feito em uma cadela. Por conseguinte, compartilhadores de notícias inválidas podem serem sujeitas a punições sérias, como o pagamento de multas altas e até mesmo a prisão.

Portanto, para que aconteça a diminuição e uma possível futura escassez das fake news na era da informação, o governo juntamente com influenciadores digitais têm o dever de manter as pessoas informadas sobre o quão prejudcial pode se tornar um falso relato. Com isso, essas informações serão feitas através de campanhas tanto em televisões quanto em aplicativos mais famosos e usados publicamente. Logo, essa proposta tem por intuito fazer com que os indivíduos comecem a prestarem mais atenção se os sites com fatos expostos é de confiança e que nenhuma pessoa seja prejudicada, injustamente, por injúrias.