Os perigos das Fake News na era da informação

Enviada em 20/10/2021

Na série “Sex Education”, há um episódio em que é retratado um suposto surto de clamídia na escola e os alunos entram em desespero. Uma garota é acusada e excluída, sem saber que essa IST não é transmitida via aérea. Fora da ficção, essa disseminação de fake news também ocorre, mesmo na era da informação, com um lado positivo, que se pode pesquisar rapidamente e outro negativo, que espalha velozmente.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a era da informação tem um lado prejudicial. Com esse período, existem diversas redes sociais e, com isso, conectam notícias do mundo todo com rapidez, sendo elas verdadeiras ou não. Dessa forma, atinge muitas pessoas em curto espaço de tempo, se for uma notícia falsa, pode acarretar em danos irreparáveis, seja para pessoas físicas ou empresas. Um exemplo disso é o caso que ocorreu na cidade de Guarujá, quando uma mulher foi espancada até a morte por moradores da cidade, após a divulgação de uma série de fake news acusando-a de fazer rituais de magia negra com crianças.

Entretanto, a era da informação pode ter um lado benéfico. Após a época industrial, surgiu uma tecnologia mais avançada, podendo conectar o mundo todo. Com o advento das fake news, ajudou a espalhar, mas também possibilitou a fiscalização para ver se a notícia é real ou não, diferente da distopia “1984”, em que as pessoas recebiam as notícias por jornais e rádios manipulados pelo “Grande Irmão” e não podiam verificar se aquilo era falso. Dessa maneira, é mostrada a importância de fontes confiáveis.

Portanto, medidas são necessárias para amenizar os problemas citados. Cabe ao Ministério das Comunicações, órgão responsável por promover a comunicação governamental com a sociedade, divulgar os riscos e como identificar uma fake news, por meio de todas as redes de comunicação, a fim de reduzir o máximo de pessoas prejudicadas por essas notícias. Para que os indivíduos não sejam manipulados igual a distopia de “1984”.