Os perigos das Fake News na era da informação
Enviada em 09/02/2022
O mais perigosos dos males digitais
Segundo o físico alemão Albert Einstein “O mundo é um lugar perigoso não por causa daqueles que fazem o mal, mas por causa daqueles que veem e deixam o mal ser feito”. Nos últimos anos as Fake News tem sido um dos maiores males da era digital, e simultaneamente um dos assuntos mais negligenciados e banalizados da internet. Os usuários das redes sociais agem como se as mentiras contadas online fossem algo comum, mesmo com as Fake News estragando inúmeras vidas diariamente.
O número de Fake News no Brasil e em países onde a pandemia foi mais intensa teve um aumento significativo, principalmente sobre a eficácia da vacina e a quantidade de vítimas que o COVID-19 fez. Milhares de boatos absurdos desde os que falavam que as vacinas transmitiam HIV até os que falavam que depois de imunizadas as pessoas tinham um campo magnético criado ao redor de seus corpos foram espalhados pelo mundo nesses últimos dois anos.
Sob essa perspectiva, vale ressaltar que divulgar Fake News pode ser considerado um crime, por calúnia, injúria e difamação, cuja pena é de detenção de 6 meses a 2 anos e multa. Nessa linha de raciocínio pode-se inferir que as Fake News podem trazer consequências críticas para a saúde mental e contribuir para muitos crimes cibernéticos e também cyberbullying.
Dessa maneira, entende-se que essa questão é uma problemática cuja resolução deve ser imediata. O governo deve criar uma plataforma eficaz contra isso, ou alguma outra maneira de impedir que essas desinformações sejam repassadas. Como Albert Einstein disse, se as pessoas contribuem com a negligência que ocorre nas redes sociais em relação às Fake News, não são muito melhores do que as pessoas que espalham essas mentiras.